Retomada

Após um tempo de abdução interplanetária, voltei aqui pro meu blog e pretendo mante-lo na ativa (me esforçarei rsrsrs…)!!!

Ultimamente tenho sentido uma angustia grande em relação a vida, mas em uma perspectiva boa, tipo o não conformismo que a sociedade nos sugeri. Sei lá, é estranho pensar que de uma certa forma temos um caminho já estabelecido para percorrer e quem se distancia disso é condenado a pagar um preço alto além de ser severamente rotulado.  

Pois é amigos, é dificil pensar sobre a vida e relativizá-la. Estou tentando compreender, não, acho que pra isso não há compreensão. Estou disposta a pensar, me entregar a vida e fazer minhas escolhas para no fim chegar as minhas impressões.

E como dica para este momento reflexão sugiro o livro que estou amando e é super conhecido, O Mundo de Sofia, romance da história da filosofia que além de sua parte didática sobre a filosofia envolve o leitor em uma narrativa surpreendente.

Resumo:

Às vésperas de seu aniversário de quinze anos, Sofia Amundsen começa a receber bilhetes e cartões postais bastante estranhos. Os bilhetes são anônimos e perguntam a Sofia quem é ela e de onde vem o mundo em que vivemos. Os postais foram mandados do Líbano, por um major desconhecido, para alguém chamada Hilde Knag, jovem que Sofia igualmente desconhece.

O mistério dos bilhetes e dos postais é o ponto de partida deste fascinante romance, que vem conquistando milhões de leitores em todos os países em que foi lançado. De capítulo em capítulo, de “lição” em “lição”, o leitor é convidado a trilhar toda a história da filosofia ocidental – dos pré-socráticos aos pós-modernos -, ao mesmo tempo em que se vê envolvido por um intrigante thriller que toma um rumo surpreendente.

Votação do Plano Nacional de Cultura

A Comissão de Educação e Cultura do Senado deverá votar hoje (9) o Plano Nacional de Cultura, instrumento que tem como base a liberdade de expressão, a criação, o direito de todos à arte e à cultura e o direito à informação, à comunicação e à crítica cultural.

Pela proposta em análise, o plano terá validade de dez anos. Entre os objetivos do plano estão o reconhecimento e a valorização da diversidade cultural, étnica e regional brasileira; a proteção e promoção do patrimônio histórico e artístico, material e imaterial; a valorização e difusão das criações artísticas e dos bens culturais; a universalização da arte e da cultura e o estímulo da presença da arte e da cultura no ambiente educacional.

O plano prevê que o Fundo Nacional de Cultura, por meio de seus fundos setoriais, será o principal mecanismo de promoção das ações de investimento no setor. A relatora do projeto na comissão, senadora Marisa Serrano (PSDB-MS), recomendou a aprovação do projeto considerando que ele é um ponto de partida para as políticas culturais. A senadora diz ainda no seu relatório que, embora haja um compromisso por parte do Estado de garantir a todos os brasileiros o direito à cultura, o projeto não informa quais instrumentos serão usados para isso. A senadora afirma que a implementação das políticas estabelecidas no plano dependerá de políticas públicas eficazes e do aperfeiçoamento do marco legal do setor.

Ainda hoje (9), será discutida na Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados a lei que cria o programa Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura (Procultura). O Procultura prevê a criação de mecanismos mais transparentes e objetivos no processo de seleção de iniciativas culturais a serem apoiadas. Além disso, ele vai garantir políticas públicas mais adequadas para o desenvolvimento do setor.

Fonte: A Tarde

Quinze anos de Graduação em Produção Cultural

Por Blog Acesso – março/2010

Na contramão da postura histórica de considerar a cultura como um assunto estanque, existe, hoje, um movimento de afirmação da cultura enquanto tema transversal a todas as atividades humanas, sejam elas de cunho econômico, científico, de saúde ou educação. Um dos adeptos desse pensamento, o dramaturgo Alcione Araújo destaca a necessidade de tratar, especificamente, cultura e educação como temas indissociáveis para um real avanço da humanidade. No artigo Esquizofrenia na educação e cultura, publicado na Z Cultural, revista do Programa Avançado de Cultura Contemporânea da UFRJ, Alcione fala dessa associação como vital para a construção de uma sociedade, no caso a brasileira, mais equilibrada e preparada para os desafios do futuro. “A história reconhece na aliança entre educação e cultura a primazia de criar sonhos e inventar meios de realizá-los. O valor simbólico da cultura fecunda o processo civilizatório, dos valores às leis, da política à vida. A herança de colonizado, a exclusão social e a elitização da cultura atrelam o futuro da produção artística ao que a educação lhe reservar – a cultura é dependente da educação. Se ela não cumpre sua missão, sufoca as artes. Não se pode pensar a Educação sem a Cultura, nem a Cultura sem a Educação”. A fala do dramaturgo serve perfeitamente ao tema que se quer levantar nessa matéria, uma vez que a formação de profissionais de cultura deve ir além da simples especialização. Essa postura foi adotada por boa parte das universidades nacionais, que incluem em seus currículos disciplinas que dialogam com aspectos da globalização, do consumo, da reconfiguração urbana e das novas relações, entre outros, pensando na formação de um profissional que enxergue a cultura como fruto de uma construção coletiva. A ideia é dar instrumental a esse profissional para que ele desenvolva uma consciência crítica sobre a realidade que o circunda e utilize essa visão mais ampla nos projetos e atividades culturais que vier a planejar e executar. Dados concretos A formalização do curso de Produção Cultural é algo recente no ensino brasileiro, reflexo de demandas do mercado. Nos anos 90 do século 20, um boom de leis de incentivo à cultura gerou um aumento expressivo do número de atividades culturais realizadas pelo País e, consequentemente, a necessidade de instrumentalização dos profissionais atuantes no setor. Se, no exterior, os primeiros cursos de formação em produção cultural apareceram em meados dos anos 70 – Arts Administration, na Inglaterra, e Arts Management, nos Estados Unidos –, no Brasil, o tema só ganharia peso acadêmico em 1995, com o surgimento da Graduação em Produção Cultural, do Instituto de Arte e Comunicacão Social da Universidade Federal Fluminense –UFF, em Niterói (RJ). De acordo com o coordenador do curso da UFF, Luiz Guilherme Vergara, “o programa foi pensado para atender a uma classe profissional emergente, com foco na circulação da produção artística nacional”. De lá para cá, segundo Vergara, tanto o perfil quanto o trabalho do produtor cultural mudaram. “Hoje, existe uma tendência de dar continuidade à vida acadêmica. Nossos alunos seguem no Mestrado e no Doutorado, pensando em retornar à Universidade via concurso público. Isso é uma revolução para o setor. No campus da UFF, em Rio das Ostras, temos professores substitutos e permanentes que foram alunos da Graduação”, afirma. O professor também aponta a expansão do campo de trabalho para os produtores culturais, que podem atuar em áreas como as de planejamento, políticas públicas e produção artística. Por isso, considera cada vez mais importante que o ensino concilie as questões culturais com noções de cidadania, educação e responsabilidade social. “Tudo está interligado e é preciso formar profissionais com mais competência, entendimento sobre questões globais. Só assim serão capazes de atuar de maneira responsável”, resume. Com o que o produtor cultural Ugo Mello concorda. Recém-formado em Produção e Comunicação em Cultura pela Universidade Federal da Bahia – UFBA, ele avalia as mudanças na cena cultural para os produtores. “Se, antes, faltava um maior profissionalismo ao mercado cultural, atualmente, existe uma busca por qualificação e aprimoramento. Com isso, têm surgido novos conceitos e áreas de atuação”, explica. Nessa linha, Mello aponta a preocupação com questões de responsabilidade social e sustentabilidade como inerente ao trabalho do produtor contemporâneo. “O profissional de cultura precisa estar preparado para lidar com a questão da responsabilidade. Como pensar um projeto cultural sem considerar essa realidade? Ainda mais quando o trabalho envolve grupos de risco ou de áreas periféricas”, diz. O ex-aluno lembra ainda que a Graduação foi determinante para o ingresso na carreira, uma vez que possibilitou o contato com professores e profissionais da área, e a construção de um network. Porém, mesmo com redes já estabelecidas, vale lembrar que, por ser muito novo, o curso ainda caminha em direção a um maior reconhecimento, como revela o coordenador do Colegiado de Graduação em Comunicação – Produção em Comunicação e Cultura, da UFBA, Washington José de Souza Filho. “Em relação a outras formações como Medicina, Direito e Engenharia, a Produção Cultural sofre uma desvantagem: a falta de tradição do curso”. Souza Filho afirma que a institucionalização do curso de Produção Cultural reflete a necessidade de formação humanística da sociedade, e parafraseia a canção dos Titãs, “a gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão e arte”.

Confira, abaixo, indicações dos entrevistados de livros e cursos relacionados à Produção Cultural.

Bibliografia:

Consumidores e cidadãos Autor: Nestor García Canclini EdUFRJ

Cultura e economia Autor: Paul Tolila Iluminuras

Entertainment Industry Economics Autor: Harold Vogel Cambrigde Univ. Press

Mercado Cultural Autor: Leonardo Brant Escrituras

Organização e Gestão de Eventos Autor: Johnny Allen et al. Elsevier

Organização e produção da cultura Autor: Linda Rubim UFBA

Políticas culturais no Brasil Autor: Albino Rubim UFBA

Políticas culturais: reflexões e ações Autor: Lia Calabre Itaú Cultural

Privatização da cultura Autor: Chin-Tao Wu Boitempo

The invention of Cultura Autor: Roy Wagner The University of Chicago Press

Cursos de Graduação:

Universidade Federal Fluminense – UFF (RJ) FAAP (SP)

Universidade Federal da Bahia (BA)

Universidade Cândido Mendes (RJ)

Unisinos (RS)

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (RJ)

Université Paris 3 – Sorbonne Nouvelle (Paris, França)

Université du Québec à Montréal – UQAM (Montréal, Canadá)

fonte: http://www.blogacesso.com.br/?p=2399

Cultura e Economia Criativa

Cultura Digital – Mauricio Pestana – Jacqueline FreitasCultura –

Um bem essencial para o desenvolvimento, físico e espiritual humano. Neste contexto e em um mundo sem fronteiras como o da atualidade, a cultura tem impacto significativo na vida dos cidadãos em qualquer parte, é um bem estratégico para a sobrevivência em vários países. Prova disso são os relatórios do Banco Mundial indicando que 7% do PIB do planeta provêm da cultura, que ao longo tempo tem sofrido mutação, antes de elemento de dominação social e política para o de dominação de forte presença econômica.

Vemos hoje países, regiões e povos que historicamente têm sido aviltados pelo poder econômico encontrando-se desprotegidos não só na absorção de sua cultura, mas também na exclusão nos resultados econômicos provenientes deste bem. Um grande exemplo vem da América Latina e da África, que, apesar da diversidade e riqueza cultural que possuem, não somam 4% da movimentação do mercado global da cultura, em que apenas cinco paises controlam 60% de toda a produção, principalmente cultura tecnológica, a que mais influencia e traz dividendos de dominação política e econômica.

Isto fica nítido quando analisamos as empresas culturais relacionadas ao cinema: as industrias do entretenimento de Hollywood, nos Estados Unidos, possuem 80% das salas de cinema de todo o planeta, ou seja apenas um setor econômico de um país tem domínio sobre praticamente tudo o que o mundo vê nas salas de cinema, gerando uma concentração violenta em um só setor. No Brasil, segundo os últimos dados do IBGE, a indústria cultural conta com mais de 269 mil empresas e emprega 1,4 milhão de pessoas (sem contar a economia informal). São perceptíveis as péssimas condições econômicas em que vive grande parte dos trabalhadores nesta área, como artistas, técnicos e produtores.

Perceptível também é a falta de qualquer estratégia que impulsione este setor para a auto-sustentação. Quase todas as políticas relacionadas ao incentivo e à difusão dos produtos culturais no Brasil se fazem através de projetos de curto e médio prazo, não existe política consistente visando a auto-sustentação, estabilização e exportação no setor em nosso país.

Aqui, onde a cultura negra é patente, estando presente em todos os aspectos da vida social, como música, culinária, religião, artes visuais, moda e dança, sendo praticamente impossível pensar o país sem reportar essa presença, a história se repete quando se fala na divisão dos lucros provenientes desse produto: a exemplo de outros setores da economia brasileira, o negro encontra-se de fora.

Reverter este quadro desfavorável em que a cultura se encontra é de vital urgência para a nossa sobrevivência econômica e social; apesar dos anos de escravidão e dos poucos anos de pseudoliberdade, temos sido os responsáveis pela difusão da cultura brasileira dentro e fora do país. Antes mesmo de se inventar o termo Economia Criativa, nossas avós já sobreviviam com criatividade econômica em que a matéria prima era a cultura, preservada desde África e comercializada mesmo que de modo informal no seio da sociedade. Falo da baiana do acarajé que com seu tabuleiro e sua culinária milenar africana sustentou e ainda sustenta gerações. Falo também do capoeirista que com sua arte e inteligência criou grupos de alunos e hoje projeta o Brasil em mais de 150 paises, e do futebol com sua ginga, sua malemolência de jogadores como Pelé, Ronaldinho ou Cafu, projetando o Brasil no mundo por décadas, tempo esse em que nenhuma ação patrocinada pelo Estado conseguiria tamanho efeito positivo.

O que diríamos, então, da música dos nossos cancioneiros populares, ou até mesmo da Bossa Nova, gênero musical respeitado hoje no mundo inteiro, cuja matriz mais uma vez remete ao samba, à cultura negra pujante que ainda sobrevive nos morros e nas periferias deste país, dando sobrevivência a muitos grupos musicais dessa tal economia criativa? O que dizer do carnaval, nossa maior festa popular exportada para quase todo o mundo, cuja mola propulsora mais uma vez é o samba, ritmo trazido pelos nossos antepassados da África?

Falar em economia criativa, para nós, é simplesmente endossar tudo o que temos feito desde que o primeiro africano aqui pôs os pés e viu-se obrigado a usar de toda a sua inteligência, seja na culinária, na religiosidade, na música, na dança e no imaginário, para conseguir sobreviver até os dias de hoje.

O que já passou da hora é do Estado e da sociedade brasileira adotarem políticas de valorização, de incentivo à comercialização, à difusão e à estruturalização da cultura brasileira a médio e longo prazo, sobretudo a cultura afro-brasileira.

Preferências Literárias

O suspense em um livro bem escrito é fascinante, o leitor se sente ferozmente atraído a deduzir e solucionar o mistério colocando todos os seus neurônios para funcionar, juntando as pistas, desvendando a personalidade de cada personagem que se torna suspeito a protagonizar a trama traçada tão cuidadosamente.

E uma das autoras que considero fazer isso muito bem é a Agatha Christie. Adoro os seus livros pois seus desfechos sempre são surpreendentes.

Um pouco sobre Agatha:

Agatha May Clarissa Mallowan (Torquay, 15 de Setembro de 1890 — Wallingford, 12 de Janeiro de 1976), mundialmente conhecida como Agatha Christie, foi uma romancista policial britânica e autora de mais de oitenta livros. Seus livros são os mais traduzidos de todo o planeta, superados apenas pela Bíblia e pelas obras de Shakespeare. É conhecida como Duquesa da Morte, Rainha do Crime, dentre outros títulos.

Criou os famosos personagens Hercule Poirot, Miss Marple, Tommy e Tuppence Beresford e Parker Pyne.

Livros:

O Misterioso Caso de Styles 1920 Poirot
O Inimigo Secreto 1922 Tommy & Tuppence
Assassinato no Campo de Golfe 1923 Poirot
O Homem do Terno Marrom 1924 Cel. Race
Poirot Investiga 1924 Poirot
O Segredo de Chimneys 1925 Sup. Battle
O Assassinato de Roger Ackroyd 1926 Poirot
Os Quatro Grandes 1927 Poirot
O Mistério do Trem Azul 1928 Poirot
O Mistério dos Sete Relógios 1929 Sup. Battle
Sócios no Crime 1929 Tommy & Tuppence
Assassinato na Casa do Pastor 1930 Miss Marple
O Gigante 1930 Romance sob pseudônimo de Mary Westmacott
O Misterioso Sr. Quin 1930 Quin e Satterthwaite
A Morte do Almirante 1931 Escrito com outros autores
O Mistério de Sittaford 1931
A Casa do Penhasco 1932 Poirot
Os Treze Problemas 1932 Miss Marple
Treze à Mesa 1933 Poirot
Por que não pediram a Evans? 1934
Assassinato no Expresso do Oriente 1934 Poirot
O Detetive Parker Pyne 1934 Parker Pyne & Ariadne Oliver
O Retrato 1934 Romance sob pseudônimo de Mary Westmacott
Tragédia em Três Atos 1935 Poirot e Satterthwaite
Morte nas Nuvens 1935 Poirot
Os Crimes A.B.C. 1936 Poirot
Morte na Mesopotâmia 1936 Poirot
Cartas na Mesa 1936 Poirot, Battle, Ariadne Oliver e Race
Poirot Perde uma Cliente 1937 Poirot
Morte no Nilo 1937 Poirot e Race
Assassinato no Beco 1937 Poirot
Encontro com a Morte 1938 Poirot
O Natal de Poirot 1938 Poirot
É Fácil Matar 1939 Sup. Battle
O Caso dos Dez Negrinhos 1939
Um Acidente e Outras Histórias 1939
Cipreste Triste 1940 Poirot
Uma Dose Mortal 1940 Poirot
Morte na Praia 1941 Poirot
M ou N? 1941 Tommy & Tuppence
Um Corpo na Biblioteca 1942 Miss Marple
A Mão Misteriosa 1942 Miss Marple
Os Cinco Porquinhos 1943 Poirot
A Ausência 1944 Romance sob pseudônimo de Mary Westmacott
Hora Zero 1944 Sup. Battle
E no Final a Morte 1945
Um Brinde de Cianureto 1945 Cel. Race
A Mansão Hollow 1946 Poirot
Desenterrando o Passado 1946 Romance
Os Trabalhos de Hércules 1947 Poirot
Seguindo a Correnteza 1948 Poirot
Testemunha de Acusação 1948 Peça Teatral
O Conflito 1948 Romance sob pseudônimo de Mary Westmacott
A Casa Torta 1949
Os Três Ratos Cegos e Outras Histórias 1950 Poirot, Miss Marple e Quin
Convite para um Homicídio 1950 Miss Marple
Aventura em Bagdá 1951
A Morte da Sra. McGinty 1952 Poirot e Ariadne Oliver
A Filha 1952 Romance sob pseudônimo de Mary Westmacott
Um Passe de Mágica 1952 Miss Marple
Cem Gramas de Centeio 1953 Miss Marple
Depois do Funeral 1953 Poirot
Um Destino Ignorado 1954
A Ratoeira 1954 Peça Teatral
Morte na Rua Hickory 1955 Poirot
A Carga 1956 Romance sob pseudônimo de Mary Westmacott
A Extravagância do Morto 1956 Poirot e Ariadne Oliver
A Testemunha Ocular do Crime 1957 Miss Marple e Craddock
Punição para a Inocência 1958
Um Gato entre os Pombos 1959 Poirot
As Aventuras do Pudim de Natal 1960 Poirot e Miss Marple
O Cavalo Amarelo 1961 Ariadne Oliver
A Maldição do Espelho 1962 Miss Marple e Craddock
Os Relógios 1963 Poirot
Mistério no Caribe 1964 Miss Marple
O Caso do Hotel Bertram 1965 Miss Marple
A Terceira Moça 1966 Poirot e Ariadne Oliver
Noite sem Fim 1967
Um Pressentimento Funesto 1968 Tommy & Tuppence
Noite das Bruxas 1969 Poirot e Ariadne Oliver
Passageiro para Frankfurt 1970
A Mina de Ouro 1971
Nêmesis 1971 Miss Marple
Os Elefantes não Esquecem 1972 Poirot e Ariadne Oliver
Portal do Destino 1973 Tommy & Tuppence
Os Primeiros Casos de Poirot 1974 Poirot
Cai o Pano 1975 Poirot
Um Crime Adormecido 1976 Miss Marple
Autobiografia 1977
O Cadáver atrás do Biombo 1983 Escrito com outros autores
Enquanto Houver Luz 1997 de Charles Osborne
Café Preto 1997 de Charles Osborne
O Visitante Inesperado 1999 de Charles Osborne
O Misterioso Caso de Styles A Primeira Investigação de Poirot / O Misterioso Caso de Styles 1920
The Secret Adversary O Inimigo Secreto O Adversário Secreto 1922
The Murder on the Links Assassinato no Campo de Golfe Poirot o Golfe e o Crime / Crime no Campo de Golfe 1923
The Man in the Brown Suit O Homem do Terno Marrom O Homem do Fato Castanho 1924
Poirot Investigates (11 contos – Grã-Bretanha); 14 – EUA) Poirot Investiga As Investigações de Poirot 1924
The Secret of Chimneys O Segredo de Chimneys O Segredo de Chimneys 1925
The Murder of Roger Ackroyd O Assassinato de Roger Ackroyd O Assassinato de Roger Ackroyd 1926
The Big Four Os Quatro Grandes As Quatro Potências do Mal / Os Quatro Grandes 1927
The Mystery of the Blue Train O Mistério do Trem Azul O Mistério do Comboio Azul 1928
Partners in Crime (15 contos) Sócios no Crime O Homem que era o nº 16 1929
The Seven Dials Mystery O Mistério dos Sete Relógios O Mistério dos Sete Relógios 1929
The Murder at the Vicarage Assassinato na Casa do Pastor Encontro com um Assassino / Crime no Vicariato 1930
The Mysterious Mr. Quin (12 contos) O Misterioso Sr. Quin O Misterioso Mr. Quin 1930
Behind the Screen (com outros autores) O Cadáver Atrás do Biombo 1930
The Scoop (programa de rádio, com outros autores) Um Furo Jornalístico 1931
The Floating Admiral (com outros autores) A Morte do Almirante 1931
The Sittaford Mystery O Mistério de Sittaford O Mistério de Sittaford 1931
Peril at End House A Casa do Penhasco A Diabólica Casa Isolada / Perigo na Casa do Fundo 1932
The Hound of Death and Other Stories (12 contos) O Cão da Morte 1933
Lord Edgware Dies Treze à Mesa A Morte de Lorde Edgware 1933
The Thirteen Problems (13 contos) Os Treze Enigmas Os Treze Problemas / Os Treze Enigmas 1933
Murder on the Orient Express Assassinato no Expresso do Oriente Um Crime no Expresso do Oriente 1934
Parker Pyne investigates (12 contos) O Detetive Parker Pyne Parker Pyne Investiga 1934
The Listerdale Mystery (10 contos) O Mistério de Listerdale O Mistério de Listerdale 1934
Why Didn’t They Ask Evans? Por que não Pediram a Evans? Perguntem a Evans / Porque não Pediram a Evans? 1934
Three Act Tragedy Tragédia em Três Atos Tragédia em Três Actos 1935
Death in the Clouds Morte nas Nuvens Morte nas Nuvens 1935
The A.B.C. Murders Os Crimes ABC Os Crimes do ABC 1936
Murder in Mesopotamia Morte na Mesopotâmia Assassínio na Mesopotâmia / Crime na Mesopotâmia 1936
Cards on the Table Cartas na Mesa Cartas na Mesa 1936
Murder in the Mews (4 novelas) Assassinato no Beco Crime nos Estábulos 1937
Death on the Nile Morte no Nilo O Barco da Morte / Morte no Nilo 1937
Dumb Witness Poirot Perde uma Cliente Poirot Perde uma Cliente 1937
Appointment with Death Encontro com a Morte Morte entre as Ruínas / Encontro com a Morte 1938
Ten Little Niggers / And Then There Were None (o primeiro título é o da Grã-Bretanha e o segundo, dos EUA) O Caso dos Dez Negrinhos / E Não Sobrou Nenhum Convite para a Morte / As Dez Figuras Negras 1939
Murder Is Easy É Fácil Matar Matar é Fácil 1939
Hercule Poirot’s Christmas O Natal de Poirot O Natal de Poirot 1938
The Regatta Mystery and Other Stories (9 contos) O Misterio da Regata e Outras Histórias O Mistério da Regata e Outras Histórias 1939
Sad Cypress Cipreste Triste Poirot Salva o Criminoso 1940
Evil Under the Sun Morte na Praia As Férias de Poirot / Morte na Praia 1941
N or M? M ou N? Tempo de Espionagem 1941
One, Two, Buckle My Shoe Uma Dose Mortal Os Crimes Patrióticos 1940
The Body in the Library Um Corpo na Biblioteca Um Corpo na Biblioteca 1942
Five Little Pigs Os Cinco Porquinhos Poirot Desvenda o Passado / Os Cinco Suspeitos 1943
The Moving Finger A Mão Misteriosa O Enigma das Cartas Anónimas 1942
Towards Zero Hora Zero Contagem Zero / Na Hora H 1944
Sparkling Cyanide Um Brinde de Cianureto À Saúde da… Morte / Um Brinde à Morte 1945
Death Comes as the End E no Final a Morte Morrer não é o Fim 1945
The Hollow A Mansão Hollow Poirot, o Teatro e a Morte / Sangue na Piscina 1946
The Labours of Hercules (12 contos) Os Trabalhos de Hércules Os Trabalhos de Hércules 1947
Taken at the Flood Seguindo a Correnteza Arrastado na Torrente / Maré de Sorte 1948
The Witness for the Prosecution and Other Stories (11 contos – só EUA) Testemunha de Acusação 1948
Crooked House A Casa Torta A Última Razão do Crime / A Casa Torta 1949
Three Blind Mice and Other Stories (9 contos – só EUA)) Os Três Ratos Cegos e Outras Histórias A Ratoeira(ou Três Ratos Cegos) e Outras histórias 1950
A Murder Is Announced Convite para um Homicídio Participa-se um Crime / Anúncio de um Crime 1950
They Came to Baghdad Aventura em Bagdá Encontro em Bagdade / Intriga em Bagdade 1951
They Do It with Mirrors Um Passe de Mágica Jogo de Espelhos 1952
Mrs McGinty’s Dead A Morte da Sra. McGinty Poirot contra a Evidência / Mrs. McGinty está Morta 1952
A Pocket Full of Rye Cem Gramas de Centeio Centeio que Mata / Um Punhado de Centeio 1953
After the Funeral Depois do Funeral Os Abutres 1953
Hickory Dickory Dock Morte na Rua Hickory Poirot e os Erros da Dactilógrafa / Crime em Hickory Road 1955
Destination Unknown Um Destino Ignorado Destino Desconhecido 1954
Dead Man’s Folly A Extravagância do Morto Poirot e o Jogo Macabro / Jogo Macabro 1956
4.50 from Paddington A Testemunha Ocular do Crime O Estranho Caso da Velha Curiosa / O Comboio das 16h50 1957
Ordeal by Innocence Punição para a Inocência Cabo da Víbora 1958
Cat Among the Pigeons Um Gato Entre os Pombos Poirot e as Jóias do Príncipe 1959
The Adventure of the Christmas Pudding (6 contos) A Aventura do Pudim de Natal A Aventura do Pudim de Natal / A Aventura do Bolo de Natal 1960
The Pale Horse O Cavalo Amarelo O Cavalo Pálido 1961
The Mirror Crack’d from Side to Side A Maldição do Espelho O Espelho Quebrado 1962
The Clocks Os Relógios Poirot e os 4 Relógios 1963
A Caribbean Mystery Mistério no Caribe Mistério nas Caraíbas 1964
At Bertram’s Hotel O Caso do Hotel Bertram Mistério em Hotel de Luxo 1965
Third Girl A Terceira Moça Poirot e a Terceira Inquilina 1966
Endless Night Noite Sem Fim Noite Sem Fim 1967
By the Pricking of My Thumbs Um Pressentimento Funesto Caminho para a Morte 1968
Hallowe’en Party A Noite das Bruxas Poirot e o Encontro Juvenil 1969
Passenger to Frankfurt Passageiro para Frankfurt Passageiro para Frankfurt 1970
Nemesis Nêmesis Nemesis 1971
The Golden Ball and Other Stories (15 contos – só EUA) A Mina de Ouro 1971
Elephants Can Remember Os Elefantes Não Esquecem Os Elefantes Não Esquecem / Os Elefantes têm Memória 1972
Postern of Fate Portal do Destino Morte pela Porta das Traseiras 1973
Poirot’s Early Cases (18 contos) Os Primeiros Casos de Poirot Ninho de Vespas 1974
Curtain Cai o Pano Cai o Pano (O Último Caso de Poirot) 1975
Sleeping Murder Um Crime Adormecido Crime Adormecido 1976
The Under Dog, Second Gong, Sanctuary and Other Stories Poirot Sempre Espera e Outras Histórias 2008
Spider’s Web A Teia da Aranha

Roubando Livros

Andei meio sumida aqui do blog, pois estava tirando uns dias de ferias total, total mesmo.

Bom, a dica que tenho hoje é sobre o livro que estou lendo e que se tornou muito conhecido aqui no Brasil: A Menina que Roubava Livros. Estou gostando muito principalmente por ter sua historia entrelaçada aos acontecimento do periodo Nazista na Alemanha.

O resumo para vocês:

Liesel Meminger, uma garotinha de apenas 10 anos de idade, tem que se mudar com a mãe e seu irmãozinho para Munique, pois estão vivendo em uma Alemanha nazista. Durante a viagem seu irmão morre e é enterrado. Quando a cerimônia acaba, ela pega o seu primeiro livro roubado, que caiu do bolso do coveiro. Depois ela é mandada para sua nova família, que se constituía de Rosa e Hans Hubermann. Logo Liesel vai conhecer seu melhor amigo e que mais para frente será seu primeiro amor: Rudy Steiner.

Como sua nova família é muito pobre, Liesel tem que ajudar sua mãe a pegar roupa suja para ser lavada e passada, então a menina que roubava livros conhece a esposa do prefeito, que a deixa entrar em sua casa para ler os livros de sua biblioteca particular. Como os tempos começam a ficar difíceis, sua mãe vai perdendo clientes, e sua última cliente é a esposa do prefeito, que ao deixar de pedir para Rosa lavar suas roupas também não deixa mais Liesel entrar em sua casa. Com isso Liesel e seu amigo Rudy começam a roubar livros da biblioteca da casa do prefeito.

Hans, pai da Liesel, foi soldado na Primeira Guerra Mundial e, quando seu melhor amigo morre em combate, ele promete que ira cuidar do filho desse amigo se a sua esposa precisasse. Um dia, um judeu bate na porta de Hans Hubermann e é Max Vandenburg, o filho desse seu amigo de guerra. Max é judeu e tem que se esconder dos soldados. Ele fica no porão da casa de Liesel, e os dois viram grandes amigos. Mas a guerra esta se expandindo e, com medo de ser descoberto e de encrecar a família de Liesel, Max vai embora.

Um dia, durante a marcha dos judeus, Liesel vê Max sendo levado para o campo de concentração. Alguns dias depois, a rua onde ela morava é bombardeada e todos, menos ela, morrem. A morte, ao encontrar Liesel muitos anos depois, diz para menina: Os seres humanos me assombram.

Um lembrancinha que vai bem…

É tão prazero receber uma “simples lembrancinha” quando menos se espera. Esse pequeno ato muitas vezes vale mais que um mega presente em uma situação programada, não que seja ruim receber um presentão no dia do nosso aniversário, natal ou outra data comemorativa. Mas saber que você é querido por alguém é muito satisfatório.

Acabo de ganhar uma canetinha muito fofa, que amei. Fica o meu agradecimento e a dica  para quem quer agradar de forma simples e singela.

O GONDOLEIRO DO AMOR

Hoje decide postar um poema que me faz lebrar a minha infância, na qual era comum ficar a recitar e ler dramaticamente junto a minhas irmãs poemas, peças e trechos de livros.

CASTRO ALVES

O GONDOLEIRO DO AMOR

Teus olhos são negros, negros,

Como as noites sem luar…

São ardentes, são profundos,

Como o negrume do mar;

Sobre o barco dos amores,

Da vida boiando à flor,

Douram teus olhos a fronte

do Gondoleiro do amor.

Tua voz é a cavatina

Dos palácios de Sorrento,

Quando a praia beija a vaga,

Quando a vaga beija o vento;

E como em noites de Itália,

Ama um canto o pescador,

Bebe a harmonia em teus cantos

O Gondoleiro do amor.

Teu sorriso é uma aurora,

Que o horizonte enrubesceu,

-Rosa aberta com o biquinho

Das aves rubras do céu.

Nas tempestades da vida

Das rajadas no furor,

Foi-se a noite, tem auroras

O Gondoleiro do amor.

Teu seio é vaga dourada

Ao tíbio clarão da lua,

Que, ao murmúrio das volúpias,

Arqueja, palpita nua;

Como é doce, em pensamento,

Do teu colo no languor

Vogar, naufragar, perder-se

O Gondoleiro do amor!?…

Teu amor na treva é – um astro,

No silêncio uma canção,

É brisa – nas calmarias,

É abrigo – no tufão;

Por isso eu te amo querida,

Quer no prazer, quer na dor…

Rosa! Canto! Sombra! Estrela!

Do Gondoleiro do amor.

Recife, janeiro de 1867.

in Espumas Flutuantes – 1870.

Referências Italianas e os Olhos Negros da Amante Portuguesa

O poema é uma barcarola dedicada a Eugênia Câmara, atriz portuguesa

e o grande amor de Castro Alves. Observe a associação da cor dos olhos

da “dama negra” com a idéia de profundidade.

Mais

Isadora

Acabei de assistir um espetáculo de dança chamado Isadora, um montagem do Balé do Teatro Castro Alves. Muito bom mesmo.
Que inveja daqueles corpos perfeitos,rsrsrsr (brincadeirinha).

Resumo:

“Isadora” é um show de variedades que utiliza como referência algumas coreografias originais e artistas notáveis que reinventaram a dança ou exerceram influência sobre ela em todo o mundo, nos séculos XIX e XX: Nijinsky (O Fauno) Anna Pavlova (O Lago dos Cisnes), Isadora Duncan (citações) Martha Graham, (Night Journey), Pina Bausch (Café Muller), Mary Wigman (Dança da Bruxa), Josephine Baker (Dança da Banana), Alvin Ailey (Revelations), Jorge Donn (Bolero), Lenny Dale (citações) e Michael Jackson (Thriller). A montagem destaca ainda o mestre impressionista francês Edgard Degas, conhecido como o pintor das bailarinas.

“Ao ‘visitarmos’ esses momentos memoráveis, também propomos refletir sobre a dança como uma arte sempre em processo, inacabada e que pode ser pensada sob a luz do olhar contemporâneo”, diz o coreógrafo Luiz de Abreu, enfatizando que “somente uma companhia experiente como o BTCA, que tem o domínio total da técnica e movimento, indo do balé clássico ao moderno e ao contemporâneo, poderia executar um trabalho cênico tão versátil.” Ele acrescenta que a idéia não é contar a história da dança, “mas o espetáculo pode também ser didático.”

Fonte: Site TCA

Próximo post

Muito boa essa animação!!!

Grand Théâtre: Pão e Circo

blog

Leitores, segue uma dica de teatro bem interessante que vai rolar nesse final de semana na Cidade do Saber Camaçari.

O que achei mais interessante é que não se trata somente daquele teatro tradicional (que adoro também), mas é a ultilização de várias linguagens multimidias para trazer ao público uma experiência diferenciada.

Resumo:

Grand Théâtre: Pão e Circo, uma peça encenada por uma única atriz, Carolina Kahro Ribeiro, que se desdobra em inúmeros personagens. As apresentações ocorrerão no dia 21 de novembro, dentro da programação do Fórum da Juventude de Camaçari, em duas sessões.

Esses personagens têm identidades opostas, de lugares distintos, mas que se assemelham em realidades culturais. São histórias de vidas que acontecem em diversas partes do mundo, mas que se assemelham pela dor e pela alegria, contadas sempre de forma paralela.

Aliando recursos multimídia com uma atuação forte, o espetáculo consegue provocar, através das mudanças sutis, tensão, medo, angústia e aversão, um clima de intensa inquietação. A peça agrega técnicas circenses e da mímica contemporânea, dando um toque mágico e ao mesmo tempo tecnológico, através dos recursos externos de projeção audiovisual.

Correção:

Grand Theatre: Pão & Circo” conta com a direção, atuação e roteiro de Carolina Kahro Ribeiro, trilha originalde Leonardo Bittencourt, Audiovisual de Clara Ribeiro, projeto de iluminação de Pedro Benevides e produção MANADA– confraria de criação e arte.

Serviço:

O quê: Gran Theatre Pão e Circo

Quando: 21/11/2009 (Sábado)

Onde: Teatro Cidade do Saber

Horário: 1ª Apresentação 18h

2ª Apresentação 20h

Entrada: Gratuita e limitada, através da retirada na Bilheteria do Teatro Cidade do Saber, a partir das 14h do dia de apresentações do espetáculo.

Fonte: Cidade do Saber

Cultura no Congresso

Sei que muitas pessoas acham que politica é um saco, e depois que votam não estão nem ai para o que acontece lá em Brasilia. Pórem as decisões que são tomadas lá, refletem em qualquer lugar do país, sendo nosso papel de cidadão estar atento e acompanhando o que o seu representante considera importante para o Brasil.

No que diz respeito a Cultura, decisões importantes estão sendo discutidas e prestes a serem consolidadas. Vamos ficar de olho!!!

olho

Conheça os principais projetos em tramitação no Congresso Nacional:

Vale-Cultura – Primeira política pública voltada para o consumo cultural. Aprovado na Câmara, no dia 19 de outubro, agora encontra-se no Senado Federal. O Vale-Cultura, no valor de R$ 50, possibilitará aos trabalhadores adquirir ingressos de cinema, teatro, museu, shows, livros, CDs e DVDs, dentre outros produtos culturais. Similar ao tíquete-alimentação poderá beneficiar cerca de 12 milhões de trabalhadores e injetar, na economia da cultura, até R$ 600 milhões/mês. Confira mais detalhes no Blog do Vale-Cultura.

PEC 150 - A Proposta de Emenda à Constituição (PEC 150/2003) tramita na Comissão de Costituição e Justiça e Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados. Uma iniciativa dos mais de 400 deputados e senadores de todos os partidos integrantes da Frente Parlamentar Mista da Cultura e que estabelece um piso mínimo de 2% do orçamento federal; 1,5% do orçamento estadual e 1% do orçamento municipal para a cultura. Se já estivesse vigente, a cultura brasileira teria três vezes mais recursos. Conta com o apoio de artistas e produtores de todo o país.

Cultura como Direito Social – Proposta que reconhece a Cultura como direito social na Constituição Federal (PEC 236/2008), está tramitando na CCJC da Câmara.

Reforma da Lei Rouanet – Após uma ampla e democrática consulta pública, a reforma do principal mecanismo de financiamento à cultura conquistou apoio em todo o Brasil: artistas, empresários, parlamentares, governadores, prefeitos e produtores culturais. Chegou a hora de aprovar os novos mecanismos que irão financiar todas as dimensões da cultura nas regiões brasileiras. A exclusão cultural brasileira é gigantesca e a nova lei fortalece e desburocratiza o Fundo Nacional de Cultura, democratiza o acesso à produção cultural e estimula o setor privado a investir numa verdadeira economia da cultura.

Sistema Nacional de Cultura – O SNC (PEC 416/2005) institucionaliza a cooperação entre a União, os Estados e os Municípios para formular, fomentar e executar as políticas culturais, de forma compartilhada e pactuada com a sociedade civil. Saiba mais no Blog do SNC.

Plano Nacional de Cultura - O Projeto de Lei 6.835/06 que institui o PNC define as diretrizes para as políticas públicas de cultura para os próximos dez anos. É o primeiro planejamento de Estado no campo cultural, cujas diretrizes e metas foram amplamente debatidas com a sociedade. O PL tramita na CCJC da Câmara dos Deputados. Acompanhe as notícias no blog.

Fundo Social do Pré-Sal - O PL 5940/09 cria o Fundo Social do Pré-Sal e destina uma parte dos recursos arrecadados com a exploração da camada de petróleo Pré-Sal para a cultura. O Fundo também beneficiará ações de combate à pobreza, ciência e tecnologia, educação e meio-ambiente.

Simples da Cultura – O PLC 200/09, que reduz a carga tributária para produções cinematográficas, artísticas e culturais, corrige uma distorção criada em dezembro de 2008, quando o setor foi enquadrado de forma inadequada no chamado Supersimples. A alíquota mínima passa a ser de 6%, ao invés de 17,5%. Dados do IBGE indicam que 5% das empresas brasileiras desempenham atividades culturais. O setor emprega mais de 1 milhão de pessoas. O Projeto está sendo analisado pela Comissão de Educação do Senado.

Fundo Pró-Leitura – O projeto que cria o Fundo Pró-Leitura está sintonizado com a reformulação da Lei Rouanet e a criação dos fundos setoriais no âmbito do novo e fortalecido Fundo Nacional da Cultura. Em 2004, o Ministério da Cultura acabou com os impostos do livro no Brasil. Agora, em parceria com o mercado editorial, Poder Executivo e Frente Parlamentar Mista da Leitura criam juntos o aguardado Fundo Pró-Leitura, que visa formar uma nação de leitores: livros mais baratos, democratização do acesso, formatos acessíveis para pessoas com deficiência e estímulo a economia do livro, metas estabelecidas pelo Plano Nacional do Livro e da Leitura (PNLL).

Modernização do Direito Autoral - O direito autoral é a base da economia da cultura e um país com a nossa diversidade cultural precisa lidar com essa pauta estratégica do Século XXI. O Ministério da Cultura já está debatendo publicamente a proposta de alteração da Lei 9.610/1998, que busca fortalecer o papel do Estado no tocante ao Direito Autoral. A proposta visa promover o equilíbrio entre o direito de quem cria, o direito de quem investe e o direito de toda sociedade de ter acesso à cultura, à informação e ao conhecimento.

(Comunicação Social/MinC)

* Publicado por Comunicação Social/MinC

TAL = Televisão da America Latina

tvHoje fui apresentada a uma iniciativa muito legal chamada TAL (Televisão da America Latina). Que tem como objetivo veicular as produções audiovisuais produzidas na America Latina, estreitando as relações entre todos esses países através da CULTURA.

É interessante pensar que por esse meio teremos uma visão mais “real” do que acontece com nossos vizinhos, que apesar de tão próximos desconhecemos o que eles tem para oferecer seja através da música, dança, filme, documentário, artes plásticas e também pelas suas próprias historias.

Uma oportunidade de conhecer uma cultura pelo olhar de quem está inserido nela e não pelo olhar dos norte-americanos e europeus que de certa forma nos retratam a partir do pressuposto da superioridade que eles querem exercer sobre as américas.

Todo material é de alta qualidade técnica e disponibilizado pelos colaboradores, que acreditam nessa iniciativa como uma porta para dar visibilidade as suas obras.

Visitem o Site:
http://www.tal.tv/

E o seu canal no youtube:
http://www.youtube.com/user/tvamericalatina

BNDES recebe projetos culturais para patrocínio

Com o objetivo de promover a cultura do país, o Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) recebe durante todo o ano projetos culturais para patrocínio nas áreas de cinema, animação, novas mídias, música, dança, literatura, e cultura popular.

Além desta ação, neste último dia 7, o Banco divulgou um edital específico para o fomento da música e divulgação de artistas, intérpretes e composições brasileiras. No total serão 37 projetos selecionados, que farão parte da temporada 2010 do Quintas no BNDES. As inscrições vão até 20 de novembro.

Nova Categoria no Blog

Estou estreando hoje uma nova categoria no meu blog, DICAS, onde pretendo postar, como o próprio nome diz, dicas de eventos, oficinas, cursos, sites, etc. Tudo que eu achar que valha a pena ser compartilhado.

Logo, logo um post.

Previous Older Entries

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.